Para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), segundo Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário, a expectativa é que o volume a ser disponibilizado atinja um novo recorde.
O valor a ser disponibilizado pelo novo Plano Safra enfrentou desafios entre os ministérios da Fazenda, Desenvolvimento Agrário e Agricultura e Pecuária. A falta de espaço no orçamento de 2025, além da taxa básica de juros (Selic) de 15% ao ano, foram os principais obstáculos, disseram os auxiliares do governo.
Segundo interlocutores do Planalto, a decisão foi tomada em função da a Selic em 15% ao ano, e do orçamento menor para 2025, como adiantado pela EXAME no final de abril.
“O aumento nas taxas já está definido. Tivemos que adequar o Plano Safra ao orçamento,” afirmou um auxiliar do governo. O aumento das taxas deve variar até 2,5 pontos percentuais.
O Plano Safra, principal política pública agrícola do Brasil, depende de linhas de crédito subsidiadas para financiar a produção agropecuária e apoiar os produtores rurais na aquisição de insumos, sementes, máquinas e equipamentos.
Fonte: Exame
